quarta-feira, 24 de setembro de 2008
ATÉ AOS CUMES
Lança a tua luva aos pés do Desespero, e verás que não aceita o desafio. Sê - conforme a seiva que tiveres - e vencerás. Levanta-te das pedras que te feriram e deixa que o teu sangue as envergonhe. Não troques nunca o teu sorriso pelas lágrimas, se o anelo do fácil te segredar: "Basta!"
Constrói-te com paciência até aos cumes, e não invejes a gente da planície. Não hesites nunca na Amizade pura, pois tu és o guardador de teu Irmão.
Ama - em Branco, em Grande e em Bom - e terás asas. Desprende-te de quem te retiver por prisioneiro, mas não recuses a mão ao afogado. Compromete-te para sempre com a Esperança, e ela te dirá que és um Menino.
Encara a vida de frente e com ternura. Entende, longe e quente, meretrizes, banqueiros, calafates e ministros..., e todos buscarão o teu segredo.
E se a quadriga moça do teu corpo freme - porque és Homem, porque és de barro, e porque és fraco - puxa as rédeas, meu valente, até à espuma, mas não te esqueças de que é pela Via-láctea que tu corres.
(Maria Lucília Bonacho)
escrito por Jó às quarta-feira, setembro 24, 2008
Quem vive obcecado com a posse de prazeres e bens materiais não tem acesso aos prazeres da alma. Passa ao lado do bem e da beleza e do amor. Porque escolheu um nível para a sua vida - o mais cómodo - e escolher uma coisa é sacrificar as outras. Não é possível alcançar o topo da montanha e, simultaneamente, permanecer deitado à sombra lá em baixo.
(Paulo Geraldo)
escrito por Jó às quarta-feira, setembro 24, 2008
domingo, 14 de setembro de 2008
POUCO A POUCO
Pouco a pouco
O sol caminha sem que o vejas mover-se. E vem o entardecer e anoitece. Estás de novo em casa. Passou um dia.
Olhas-te ao espelho, um dia e outro, e não te vês crescer. É também assim que crescem as árvores e que o Inverno se torna Primavera e que a natureza produz flores e frutos, lagos e montanhas.
Pouco a pouco. Devagar. Sem que se note.
Há uma paciência imensa em tudo o que te rodeia. Um labor silencioso que alcança sempre os seus objectivos.
Pouco a pouco.
Uma semente pequena faz-se árvore grande com o tempo. E fica ali no seu lugar, sólida e generosa. Um dia, vens e abrigas-te à sua sombra. Mas essa sombra é uma obra de arte que esteve escondida por muito tempo e não pudeste acompanhar.
Não seria acertado que, na tua vida, desejasses a sombra refrescante - ou as flores, ou os frutos - sem que tivesse havido antes a semente aparentemente imóvel no lençol silencioso da terra, aquele sugar lento de minerais, a alternância repetida das estações.
Há uma grande sabedoria em saber esperar. Não me refiro a uma espera feita de inactividade e de indolência, mas àquela outra que é preenchida por pequenos passos firmes iluminados pela esperança.
A esperança não consiste simplesmente em aguardar com optimismo que a boa sorte nos bata à porta, em ter "pensamentos positivos", mas na certeza de que aos passos correctos e constantes está prometido o objectivo bom que procuramos. Quando se vai no caminho certo, quando se trabalha nos alicerces de uma coisa boa, ter esperança é ter a certeza de que se chega.
Tudo aquilo que é bom se pode alcançar. Tudo se consegue. Pouco a pouco. A seu tempo. E há frutos que, por serem tão grandes, só chegarão depois de nós passarmos.
É bom que tenhas grandes objectivos, ideais elevados e nobres. Mas deves considerar que, precisamente por serem grandes e elevados, só podem estar no final de um caminho longo, frequentemente cheio de obstáculos; e que não é sensato procurar atalhos para chegar a eles.
Se alguém te quiser oferecer a noz descascada, a vitória sem combate, o diploma sem a sabedoria, foge depressa. Encher-te-ias de vazio.
Quando queres resultados rápidos em coisas grandes - quando prescindes do esforço prolongado, da lentidão, dos métodos apropriados a um objectivo - saltas para fora da realidade. Podes magoar-te e magoar outras pessoas. Tudo o que fizeres a partir desse ponto não te levará a nenhum lugar. Será tudo falso, por ter perdido esse ajustamento à realidade a que chamamos verdade. Hás-de ver que te apodrecerá nas mãos, mais cedo ou mais tarde.
A tua impaciência, porém, não é necessariamente um defeito. Ela pode ser como o vento que empurra o navio. Serve-te dela não para te poupares a esforços, mas para te obrigares a crescer todos os dias. Para aperfeiçoares os teus gestos. Para te tornares mais capaz de ir longe e alto.
Paulo Geraldo
escrito por Jó às domingo, setembro 14, 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
PIROPOS
Como não tenho nada de interessante para escrever, ou melhor tenho mas não me apetece aqui ficam umas parvoíces daquelas mesmo parvas mas que tanto fazem rir de serem tão parvas... tipo eu!!!
Belas pernas! A que horas abrem?
Oh fêvera! Junta-te aqui à brasa!
Oh morcona, comia-te o sufixo!
Tens um cu que parece uma cebola!
É de comer e chorar por mais!
Contigo filha, era até ao osso!
A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.
Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.
Oh boa, com um cu desses deves cagar bombons!
Usas cuecas TMN?
É que tens um rabinho que é um mimo!
Oh linda, sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos…
Acreditas em amor à primeira vista ou tenho que passar por aqui mais uma vez?
Oh boneca, se fosses de porcelana partia-te toda…
Foste à tropa dama? É que já marchavas…
Ai boneca… contigo era até achar petróleo…
E uma pras menos jeitosas:
Oh linda! Com menos cu também se caga!
Oh filha, tens uns lábios que faziam feliz qualquer chupa-chupa!
Deves ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.
Se o teu cu fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
És como um helicóptero… Gira, gira, gira, e boa!
O teu pai deve ser Terrorista…. És cá uma bomba!
Belas pernas! A que horas abrem?
Oh fêvera! Junta-te aqui à brasa!
Oh morcona, comia-te o sufixo!
Tens um cu que parece uma cebola!
É de comer e chorar por mais!
Contigo filha, era até ao osso!
A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.
Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.
Oh boa, com um cu desses deves cagar bombons!
Usas cuecas TMN?
É que tens um rabinho que é um mimo!
Oh linda, sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos…
Acreditas em amor à primeira vista ou tenho que passar por aqui mais uma vez?
Oh boneca, se fosses de porcelana partia-te toda…
Foste à tropa dama? É que já marchavas…
Ai boneca… contigo era até achar petróleo…
E uma pras menos jeitosas:
Oh linda! Com menos cu também se caga!
Oh filha, tens uns lábios que faziam feliz qualquer chupa-chupa!
Deves ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.
Se o teu cu fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
És como um helicóptero… Gira, gira, gira, e boa!
O teu pai deve ser Terrorista…. És cá uma bomba!
Belas pernas! A que horas abrem?
Oh fêvera! Junta-te aqui à brasa!
Oh morcona, comia-te o sufixo!
Tens um cu que parece uma cebola!
É de comer e chorar por mais!
Contigo filha, era até ao osso!
A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.
Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.
Oh boa, com um cu desses deves cagar bombons!
Usas cuecas TMN?
É que tens um rabinho que é um mimo!
Oh linda, sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos…
Acreditas em amor à primeira vista ou tenho que passar por aqui mais uma vez?
Oh boneca, se fosses de porcelana partia-te toda…
Foste à tropa dama? É que já marchavas…
Ai boneca… contigo era até achar petróleo…
E uma pras menos jeitosas:
Oh linda! Com menos cu também se caga!
Oh filha, tens uns lábios que faziam feliz qualquer chupa-chupa!
Deves ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.
Se o teu cu fosse um banco, fazia uma poupança a taxa fixa.
És como um helicóptero… Gira, gira, gira, e boa!
O teu pai deve ser Terrorista…. És cá uma bomba!
escrito por Jó às terça-feira, setembro 09, 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
IMAGINO
Imagino um beijo,
um miminho,
uma festinha,
um carinho,
um sorriso,
uma conversa,
um olhar,
uma cumplicidade,
imagino-te na minha realidade,
imagino que tudo passará do sonho para a realidade...
escrito por Jó às quinta-feira, agosto 21, 2008
